VOCÊ SABE COMO FUNCIONAM OS SENSORES DE TEMPERATURA DO SEU CARRO?
  • 25 de Abril de 2020

VOCÊ SABE COMO FUNCIONAM OS SENSORES DE TEMPERATURA DO SEU CARRO?

Neste post, você vai entender como funcionam esses importantes componentes e conhecer os cuidados necessários para evitar os defeitos e as quebras mais comuns. Acompanhe com a gente!

Quais são os sensores de temperatura de um veículo?

Antes da injeção eletrônica, os carros antigos com carburadores e motores refrigerados a água costumavam ter apenas um sensor desse tipo, para controlar o termômetro do painel. Algumas versões esportivas tinham uma segunda peça muito parecida, para o marcador do óleo.

Os modelos da época também usavam outros dois componentes para deixar o líquido de arrefecimento sob controle. O interruptor térmico (conhecido como “cebolão”) ligava a ventoinha elétrica do sistema de refrigeração e a válvula termostática controlava o fluxo de água entre o motor e o radiador.

Hoje, nos veículos com injeção eletrônica, podemos encontrar vários sensores além desses quatro itens “tradicionais”. Controlam a temperatura do ar que entra no motor, ligam a partida a frio do etanol, regulam o ar condicionado, monitoram o câmbio e os diferenciais, informam como está o clima, etc.

Outra diferença é que, além de manter o motorista informado por meio dos instrumentos e da central multimídia do painel, esses componentes trabalham integrados com os módulos eletrônicos que controlam todo o veículo. Quanto mais sofisticado e caro é o modelo, mais sensores são usados.

O que pode fazer a temperatura sair do controle?

Quando os sistemas mecânicos estão em funcionamento, seus componentes internos se movimentam bem rápido, gerando atrito e, consequentemente, calor. Manter essa temperatura controlada é vital para garantir uma operação precisa, evitar quebras prematuras e aumentar a durabilidade das peças.

Importância dos sensores

Os sensores de temperatura desempenham uma função muito importante para manter tudo em ordem. O ideal é que o seu mecânico confira o funcionamento de cada um deles durante as manutenções preventivas. A maneira correta e mais precisa para fazer isso é com o uso de um scanner automotivo.

Você, que dirige o carro todos os dias, também pode ajudar nesse trabalho de identificação das falhas. Fique atento aos ponteiros e valores indicados pelo painel, ventoinha ligando com o carro frio e falhas que aparecem e somem. Sempre que notar algo estranho, procure a oficina o quanto antes.

Mas é importante lembrar que os sensores não trabalham sozinhos. Existem diversas situações que podem acabar causando o superaquecimento do motor, câmbio, diferencial e outros sistemas muito importantes e bastante caros. Por essa razão, fique atento aos pontos que vamos destacar a seguir.

Radiadores e o condensador

Para manter a temperatura do veículo dentro dos limites corretos, é preciso deixar o radiador, o condensador do ar condicionado (que fica montado junto, na parte da frente) e os trocadores de calor (podem existir para o óleo do motor, câmbio ou diferencial) muito bem limpos e sem vazamentos.

Líquido de arrefecimento

O primeiro cuidado é conservar esse fluido limpo (livre de ferrugem ou outros contaminantes) e com a proporção correta de água desmineralizada e aditivo. Pelo menos uma vez por semana, confira o nível do reservatório com o carro frio. Se precisar reabastecer constantemente, existe algum vazamento.

Válvula termostática

É uma peça muito importante, uma vez que controla o fluxo do líquido de arrefecimento entre o motor e o radiador. Quando começa a dar problema, é fácil descobrir. Preste atenção se o carro demora em aquecer quando é ligado, se o ponteiro da temperatura fica oscilando ou a luz de alerta acende e apaga.

Mangueiras e vedações

Durante a inspeção semanal, também fique atento ao estado das mangueiras e abraçadeiras. As peças de borracha não podem estar ressecadas (com trincas na superfície) ou terem manchas nas pontas (sinais de vazamento). Se surgirem gotas em outros pontos, podem ser defeitos nos selos ou vedações.

Problemas elétricos

Falhas no sistema elétrico ou eletrônico costumam dar muita dor de cabeça e causar grandes prejuízos para os donos dos veículos. Desconfie ao notar que a ventoinha não liga na hora certa, se o carro “cheira a queimado” quando você estaciona ou se alertas aparecem volta e meia no painel.

Além do problema grave do superaquecimento, que pode gerar uma conta na oficina de milhares de reais, defeitos na fiação ou no funcionamento de alguns sensores de temperatura costumam provocar falhas no motor, aumentar o consumo, afetar o câmbio automático, entre outros incômodos.

Lubrificantes e filtros

Use o tipo de óleo recomendado pelo manual do seu veículo para cada sistema mecânico, troque nos intervalos certos e substitua os filtros usando produtos de qualidade. Com esses cuidados, você evita quebras prematuras e aumenta a durabilidade de todos os componentes. É um investimento que vale a pena! 

Defeitos nas bombas

Mas não adianta o líquido de arrefecimento e o óleo lubrificante estarem em ordem se o carro tiver um problema na bomba de água ou de óleo. Nos motores atuais, muitas vezes é quase impossível ver essas peças sem desmontar. Então, você precisa ficar atento a alguns sinais.

A primeira dica é conferir, de vez em quando, se aparecem gotas coloridas no chão onde o veículo fica estacionado. Se tiverem a cor da água do radiador ou do óleo do motor, procure a origem do vazamento. Quando notar que pingam a partir do bloco (e não de uma mangueira), informe o seu mecânico.

As bombas também fazem um barulho alto quando estão com algum desgaste severo, principalmente nos rolamentos ou engrenagens. Antes de falharem de uma vez, a exemplo dos sensores, esses componentes costumam provocar “comportamentos estranhos” nos ponteiros e luzes de alerta.

Use as peças certas

Quando precisar substituir qualquer um desses itens, o melhor é optar por componentes novos e de qualidade. Assim, você rodará tranquilo por muito tempo! Também confira pelas embalagens, quando buscar o veículo na oficina, se instaram os componentes exatas para o ano, modelo e opcionais de fábrica.

Quais problemas a falha de um sensor pode causar?

Como destacamos ao longo do texto, os sensores de temperatura do seu veículo são extremamente importante para indicar se há algo de errado com o nível de calor interno dos principais sistemas mecânicos. Se não funcionam direito, podem causar danos severos no motor, câmbio e diferenciais.

O pior é que, na maioria das vezes, essas falhas provocam uma “reação em cadeia”. Nos motores, por exemplo, são comuns os estouros de mangueiras, queima da junta de cabeçote, derretimento dos pistões, entre outras avarias.

As transmissões automáticas e os eixos diferenciais (principalmente os modelos com sistemas de deslizamento limitado) também sofrem danos graves quando a temperatura sai do controle, principalmente no conjunto de discos.

Para não ficar pelo caminho ou amargar um prejuízo inesperado, o melhor é sempre ficar alerta a qualquer sinal estranho do carro, criar uma relação de confiança com o seu mecânico e usar as peças certas de alta qualidade.

 

Fonte: Nakata

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Em 1900, Harvey S. Firestone (1868-1938) fundou a empresa The Firestone Tire & Rubber Company, com apenas 12 funcionários e tornou-se uma empresa poderosa. Seus grandes sonhos em um único pensamento: ""Melhor Hoje – Ainda melhor amanhã""




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